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Big techs: impacto e importância no mercado

Big techs. Com certeza você já ouviu esse termo por aí. Mas você sabe, de fato, o que ele representa? 

É bem provável que você use, todos os dias, ao menos um serviço oferecido por uma big tech. 

Seja o buscador do Google, a rede social Instagram, a assistente virtual da Amazon ou o sistema operacional do seu celular. 

Elas estão por toda parte e moldam a forma como vivemos, trabalhamos e consumimos informação.

Neste artigo, conversaremos sobre o que define uma empresa como big tech, como essas empresas atuam, seus impactos no mercado e na sociedade e o que diferencia uma big tech de uma startup. 

Ao final, você também vai entender o papel das tecnologias digitais nesse modelo de negócio e como isso pode influenciar a forma como sua empresa se relaciona com clientes, processos e contratos.

Oferecer experiências mais ágeis, intuitivas e seguras é um diferencial competitivo, e as big techs sabem disso. Conheça boas práticas que você também pode aplicar no seu negócio: Como melhorar a experiência do cliente?

O que são big techs?

Big techs são grandes empresas de tecnologia que têm presença global e atuam com produtos ou serviços digitais de alto alcance e impacto. 

Geralmente, estamos falando de companhias como Google (Alphabet), Apple, Meta (Facebook, Instagram, WhatsApp), Amazon e Microsoft. 

Elas são conhecidas por seu grande volume de dados, capacidade de inovação e alto poder de influência econômica e cultural.

Uma big tech se destaca pelo modelo de negócio escalável, base em tecnologia, uso intenso de dados e atuação em várias frentes: desde computação em nuvem até publicidade digital, dispositivos eletrônicos, serviços financeiros e muito mais.

Nem toda inovação precisa ser radical, mas entender o que torna uma solução realmente disruptiva pode ajudar sua empresa a identificar oportunidades que ainda passam despercebidas. Entenda como a inovação disruptiva funciona na prática: Você sabe o que é inovação disruptiva?

Quem são as big techs?

Embora o termo “big tech” possa ser usado de forma mais ampla, ele costuma se referir a um grupo específico de empresas que dominam o cenário tecnológico global. 

As cinco mais citadas são:

  • Alphabet (Google): Responsável por produtos como o buscador Google, YouTube, Android, Gmail, Google Ads e Google Cloud, a Alphabet é um ecossistema digital completo, com presença dominante em busca, publicidade online e serviços em nuvem.
  • Apple: Conhecida por seus dispositivos como iPhone, iPad, Mac e Apple Watch, a Apple também atua com serviços digitais, como iCloud, App Store e Apple Pay. Sua força está na integração entre hardware, software e experiência do usuário.
  • Amazon: Começou como uma livraria online e se transformou em uma potência global de comércio eletrônico, logística e computação em nuvem, por meio da Amazon Web Services (AWS).
  • Meta (Facebook, Instagram, WhatsApp): Controla algumas das plataformas sociais mais usadas no mundo. Além da atuação em redes sociais e mensagens, a Meta investe em inteligência artificial e realidade virtual, com foco no metaverso.
  • Microsoft: Além do sistema operacional Windows e do pacote Office, a Microsoft lidera em computação em nuvem (Azure), serviços corporativos e inteligência artificial. Também é dona do LinkedIn, GitHub e tem parceria com a OpenAI.

Essas cinco empresas são as mais mencionadas quando se fala em big techs, mas, em alguns contextos, outras companhias também entram na lista, como Tencent, Alibaba, Netflix, Samsung e Nvidia, dependendo do critério analisado (valor de mercado, inovação, presença global ou domínio de dados).

Essas empresas também são referências no uso de dados para decisões estratégicas. Quer entender como o Business Intelligence evoluiu com a inteligência artificial e como aplicar isso no seu negócio? Leia mais em: Business Intelligence: o que é e como a IA acelera o seu uso nas tomadas de decisão.

Como surgiram as big techs?

O termo ganhou força nas últimas décadas com o crescimento acelerado dessas gigantes. 

No fim dos anos 1990 e começo dos anos 2000, surgiram empresas como Amazon e Google, que começaram com ideias simples e inovadoras, mas logo ganharam escala global. 

Com a popularização da internet e dos smartphones, a presença dessas empresas se consolidou no cotidiano das pessoas.

Por volta dos anos de 2010, o termo big tech passou a ser usado para se referir a esse pequeno grupo de empresas com grande poder de mercado, influência sobre os dados dos usuários e capacidade de ditar tendências em nível mundial.

Como se tornaram big techs?

O crescimento das big techs não aconteceu por acaso. Essas empresas foram além de oferecer soluções inovadoras: elas dominaram o timing da tecnologia, entenderam o comportamento do usuário e criaram modelos de negócio altamente escaláveis. 

Apostaram em serviços digitais que resolviam problemas reais com simplicidade e velocidade, o que acelerou sua adoção em massa.

Elas também souberam investir no momento certo. Com capital de risco, adquiriram startups promissoras, expandiram para novos mercados e anteciparam tendências como computação em nuvem, publicidade digital, inteligência artificial e experiência do usuário.

Outro fator determinante foi o uso estratégico dos dados. Ao compreenderem os hábitos, preferências e comportamentos dos usuários, essas empresas passaram a personalizar serviços, otimizar campanhas e lançar produtos com alta taxa de adesão. 

O efeito de rede, onde mais usuários geram mais valor à plataforma, fez com que crescessem em ritmo exponencial.

Com isso, deixaram de ser apenas empresas de tecnologia. Tornaram-se infraestruturas digitais da vida cotidiana, integradas a rotinas pessoais, profissionais e sociais em todo o mundo.

Essas empresas se tornaram referências por antecipar tendências e utilizar a tecnologia como parte central do negócio. 

Se você quer entender como o investimento em tecnologia pode impulsionar o crescimento da sua empresa, vale conferir este conteúdo: Como o investimento em tecnologia pode transformar sua empresa.

O que define uma big tech?

Algumas características ajudam a identificar quando uma empresa ultrapassa a barreira do “grande porte” e se torna uma big tech:

  • Escalabilidade global: operam em diversos países mantendo alta performance e adaptabilidade. A Amazon, por exemplo, entrega produtos em centenas de mercados com operações logísticas ajustadas localmente. Já a Apple adapta estratégias de marketing e vendas para diferentes culturas, sem perder sua identidade de marca.
  • Domínio de dados: gerenciam e analisam grandes volumes de informações para personalizar experiências, prever comportamentos e criar novos produtos. O Google faz isso com seu buscador, Gmail, Google Maps e YouTube. A Meta faz o mesmo com os dados das interações em Facebook, Instagram e WhatsApp.
  • Plataformas de uso massivo: desenvolvem produtos que fazem parte da rotina de bilhões de pessoas. O WhatsApp é o principal canal de comunicação em diversos países. O sistema iOS da Apple equipa milhões de dispositivos ativos, e o Windows segue sendo dominante no universo corporativo.
  • Capacidade de influenciar mercados: uma simples mudança de algoritmo do Instagram pode impactar milhares de negócios digitais, influenciadores e marcas. O banimento de um app por uma loja como a Google Play ou App Store pode encerrar negócios inteiros da noite para o dia.
  • Inovação contínua: investem constantemente em pesquisa, tecnologia e aquisições. A Microsoft, por exemplo, expandiu seu ecossistema ao adquirir o LinkedIn e GitHub, além de estar negociando uma parceria com a OpenAI. O Google lança periodicamente atualizações de produtos baseadas em IA e aprendizado de máquina.

Esses elementos juntos criam um ecossistema robusto, onde essas empresas não apenas participam do mercado, elas o moldam e, muitas vezes, definem os rumos da economia digital.

Qual o impacto das big techs no mercado?

O impacto das big techs no mercado é profundo e multifacetado. Elas redefiniram a forma como as pessoas compram, consomem conteúdo, buscam informação e se comunicam. 

Isso afeta diretamente vários setores:

Publicidade

Google e Meta dominam a publicidade digital global por meio de suas plataformas, como Google Ads, Facebook Ads e Instagram Ads.

Pequenos e grandes negócios dependem desses canais para alcançar seus públicos, e uma simples mudança nas regras de segmentação pode afetar diretamente os resultados das campanhas.

Varejo

A Amazon remodelou a logística e a experiência de compra online com frete rápido, avaliação de produtos e marketplaces abertos para terceiros.

Isso forçou o varejo tradicional a acelerar sua transformação digital e a repensar estratégias de entrega e atendimento.

Serviços financeiros

Apple Pay e Google Pay mudaram a forma de pagamento, impulsionando o uso de carteiras digitais e NFC em substituição ao dinheiro físico e até mesmo aos cartões.

Essas soluções também estimularam bancos e fintechs a desenvolverem experiências mais integradas e seguras.

Entretenimento

Plataformas como YouTube, Instagram, Facebook e Twitch transformaram o consumo de mídia. Criadores de conteúdo tornaram-se centrais na produção e distribuição de entretenimento, competindo diretamente com mídias tradicionais como TV e rádio.

Além disso, algoritmos dessas plataformas moldam o que as pessoas assistem, leem e ouvem diariamente.

Aquisições

Essas empresas também impactam a concorrência ao adquirirem startups promissoras ou ao desenvolverem produtos muito semelhantes a soluções independentes que estão crescendo no mercado. 

Esse comportamento levanta debates importantes sobre regulação, concentração de poder, práticas anticompetitivas e os limites da atuação de gigantes tecnológicas em mercados cada vez mais interdependentes.

A pressão por mais transparência e privacidade tem impulsionado o uso de tecnologias que reduzem riscos e preservam dados sensíveis. Conheça as Privacy-Enhancing Technologies e entenda por que elas estão ganhando espaço entre empresas inovadoras: Afinal, o que são Privacy-Enhancing Technologies?

Startups e big techs: quais são as diferenças entre elas? 

Embora muitas big techs tenham começado como startups, hoje elas operam em um patamar totalmente diferente. 

A jornada de empresas como Amazon, Google e Facebook prova que o crescimento exponencial, aliado a inovação e estratégia, pode transformar uma ideia emergente em um império global.

Aqui está a principal diferença:

Startups

São empresas em estágio inicial, com modelo de negócio ainda em validação e foco em crescimento acelerado. 

Elas geralmente operam com orçamentos enxutos, times pequenos e estruturas flexíveis. 

O objetivo é testar uma solução inovadora, encontrar o chamado “product-market fit” e escalar rapidamente. 

Empresas como Nubank, QuintoAndar e Wildlife surgiram assim, conquistando espaço em nichos específicos antes de expandir.

Big techs

São grandes corporações consolidadas, com forte presença de mercado, alto poder de investimento e operações diversificadas. 

Elas atuam em múltiplos segmentos, com receitas bilionárias, fusões e aquisições estratégicas e influência direta sobre a economia digital. 

Diferentemente das startups, elas não testam tendências: elas criam tendências. 

Quando o Google lança um novo produto, ou a Apple muda uma funcionalidade no iPhone, o mercado se ajusta a isso.

Enquanto startups estão explorando oportunidades e tentando resolver um problema com inovação e agilidade, as big techs já têm capital, tecnologia e alcance suficientes para ditar padrões, influenciar regulações e moldar o comportamento de consumo em escala global.

Essa diferença não é apenas de tamanho. É de impacto, estrutura e papel estratégico no ecossistema digital.

Conheça as vantagens das big techs

As big techs têm vantagens claras que as posicionam à frente em quase todos os segmentos em que atuam:

Capacidade de investimento em inovação e tecnologia

Com receitas bilionárias, essas empresas destinam grandes orçamentos para pesquisa e desenvolvimento. 

Isso permite antecipar tendências e criar soluções que moldam o futuro.

Eficiência operacional em grande escala

Conseguem oferecer produtos e serviços a milhões de pessoas ao redor do mundo com agilidade, qualidade e custos otimizados. 

Isso é possível graças à combinação de automação, inteligência de dados e integração de processos. 

Plataformas de grande porte utilizam algoritmos para prever demanda, ajustar estoques, otimizar rotas de entrega e reduzir desperdícios em toda a cadeia operacional. 

Além disso, a padronização de fluxos e o uso intensivo de tecnologia garantem que a experiência do usuário se mantenha estável e eficiente, mesmo diante de um volume massivo de transações diárias.

Quer se aprofundar no tema? Veja três estratégias práticas para otimizar recursos, reduzir desperdícios e melhorar o desempenho da sua operação: 3 formas de melhorar a eficiência operacional.

Força de marca consolidada

Essas empresas atingiram um nível de reconhecimento tão alto que seus nomes se incorporaram ao vocabulário cotidiano. 

Expressões como “dar like”, “fazer uma call” ou até “streamar” um filme são associadas diretamente aos serviços que elas oferecem. 

Essa presença cultural transcende o produto em si e cria um vínculo quase simbólico com os usuários. 

Ao entrarem em novos mercados ou lançarem novos serviços, já contam com um público que reconhece e confia na marca, mesmo sem ter tido contato direto com aquele produto específico. 

Além disso, essa força de marca facilita parcerias, acelera processos de adoção e reduz a necessidade de campanhas explicativas, pois o nome, por si só, carrega autoridade, familiaridade e expectativa de qualidade.

Acesso a talentos globais

Por serem referência em inovação e tecnologia, essas empresas se tornaram destinos desejados por profissionais altamente qualificados de diversas áreas e regiões do mundo. 

Elas atraem não apenas engenheiros e cientistas de dados, mas também designers, estrategistas, especialistas em produto, desenvolvedores de IA, profissionais de segurança cibernética, analistas de negócios e lideranças executivas. 

Além da força da marca, elas oferecem ambientes com alto investimento em pesquisa, projetos de impacto global, salários competitivos e benefícios atrativos, o que contribui para formar equipes multidisciplinares e internacionalizadas. 

Essa diversidade de pensamento, cultura e experiência acelera a inovação e permite que essas empresas criem soluções escaláveis, adaptadas a diferentes mercados e comportamentos de consumo.

Infraestrutura robusta para dados e serviços

Possuem data centers distribuídos globalmente, nuvens escaláveis e ecossistemas integrados que suportam milhões de transações simultâneas. 

Essa base técnica sustenta a inovação e garante estabilidade para usuários e parceiros.

Esses pontos tornam essas empresas altamente competitivas e influentes. Elas não apenas dominam seus setores, mas também ditam tendências que moldam o comportamento do consumidor e os rumos da economia global.

Quer entender como a tecnologia está mudando os modelos de negócio? Veja como a economia digital está impactando empresas de todos os portes e saiba como se adaptar: O que é economia digital e como ela pode impulsionar o seu negócio.

Desvantagens e desafios

Apesar do sucesso e da liderança de mercado, as big techs enfrentam desafios importantes, muitos deles diretamente relacionados ao seu próprio tamanho e impacto:

  • Críticas sobre privacidade de dados: com a coleta massiva de informações pessoais, essas empresas são constantemente questionadas sobre o uso e o compartilhamento desses dados. Casos como o escândalo da Cambridge Analytica, envolvendo o Facebook, aumentaram o olhar atento da sociedade e do legislativo.
  • Ações regulatórias em vários países: governos de diferentes regiões, como a União Europeia, os Estados Unidos e o Brasil, estão criando leis mais rigorosas para proteger a concorrência e a privacidade digital. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil e o GDPR na Europa são exemplos desse movimento.
  • Acusações de práticas anticompetitivas: big techs são frequentemente acusadas de dificultar a entrada de novos concorrentes ou favorecer seus próprios produtos. A Apple, por exemplo, já foi acusada por práticas na App Store.

Esses desafios exigem que as big techs equilibrem inovação e responsabilidade. À medida que influenciam a sociedade de forma ampla, também são cobradas a agir com mais transparência, ética e empatia.

Com grandes volumes de dados em jogo, proteger informações sensíveis é prioridade para qualquer empresa digital. 

Veja como sua empresa pode aplicar boas práticas para manter a segurança de documentos digitais: Segurança de dados: como manter documentos digitais protegidos?

Big techs no Brasil

No Brasil, as big techs têm presença forte e consolidada. 

Além de suas plataformas serem amplamente utilizadas por milhões de pessoas todos os dias, elas mantêm escritórios regionais, centros de dados, hubs de inovação e programas de parcerias com empresas locais, universidades e governos.

O mercado brasileiro é considerado estratégico por conta da sua alta conectividade, diversidade demográfica e base significativa de usuários ativos. 

Isso torna o país um ambiente propício para testar funcionalidades, adaptar produtos e expandir serviços em larga escala. 

Além disso, empresas brasileiras, especialmente startups e empresas em processo de transformação digital, se inspiram nos modelos das big techs para escalar seus negócios, automatizar operações, aprimorar a experiência do cliente e aplicar tecnologias emergentes como inteligência artificial, big data, blockchain e computação em nuvem.

Essa influência se reflete não só nos produtos, mas também nas culturas organizacionais, metodologias de desenvolvimento ágil, políticas de dados e foco contínuo em inovação. 

O ecossistema brasileiro, em muitos casos, tem se modelado com base nas práticas dessas gigantes.

Com a popularização da inteligência artificial, surge também a necessidade de regulamentar seu uso. 

Entenda o que diz o Marco Legal da IA no Brasil e como isso afeta empresas digitais: Marco Legal da Inteligência Artificial: saiba mais sobre este Projeto de Lei.

Tecnologia no centro de tudo

As big techs são movidas por tecnologia. Ela não é apenas um suporte para suas operações, mas o coração do modelo de negócio. 

Essas empresas crescem, se reinventam e se mantêm competitivas justamente por investirem continuamente em inovação e por liderarem a adoção de novas tecnologias em escala global.

Elas são pioneiras no uso de:

  • Inteligência artificial: aplicada em automação de processos, chatbots, mecanismos de busca, filtragem de informações e até mesmo em decisões estratégicas. A IA também está presente no atendimento ao cliente, nos algoritmos de personalização e em recursos de acessibilidade.
  • Big data: usado para transformar grandes volumes de dados em insights estratégicos. Essas empresas analisam padrões de comportamento dos usuários, tendências de mercado e desempenho de produtos, o que permite decisões mais precisas e desenvolvimento de soluções cada vez mais alinhadas às necessidades do público.
  • Computação em nuvem: possibilita que seus serviços sejam acessados de qualquer lugar, com alta disponibilidade, escalabilidade e segurança. Além de usarem a nuvem internamente, muitas dessas empresas também a oferecem como serviço, criando plataformas robustas que sustentam startups, corporações e até governos.

Essa combinação de tecnologias não só sustenta os produtos e serviços que bilhões de pessoas usam diariamente, como também influencia o rumo de diversas indústrias: da saúde à educação, do entretenimento às finanças.

O uso de tecnologias emergentes como a blockchain também tem ganhado espaço, especialmente para garantir integridade e rastreabilidade de transações digitais. Saiba como essa tecnologia funciona: Blockchain: tudo o que você precisa saber.

Outro recurso adotado pelas big techs para unificar e proteger acessos é o login único. Veja como o SSO funciona e por que ele se tornou um padrão de segurança digital: O que é SSO? Entenda o login único.

Para onde estamos indo

As big techs ainda vão ditar o ritmo das transformações digitais por muito tempo. 

Mas esse cenário também exige uma postura mais crítica e consciente por parte das empresas e da sociedade. 

Entender como essas gigantes atuam, quais tecnologias usam e como moldam nossos hábitos é parte essencial da adaptação ao futuro do trabalho e dos negócios.

Se você está buscando soluções que tornem seus processos mais ágeis, seguros e digitais, vale explorar ferramentas que essas empresas já utilizam. 

Se você quer acompanhar o ritmo das big techs, vale ficar de olho nas inovações que estão moldando o mercado. Conheça as principais tendências de tecnologia para 2025: 7 tendências de tecnologia para 2025.

Digitalização de documentos: o que big techs já fazem (e você pode fazer também)

Para empresas que operam em ritmo acelerado e lidam com grandes volumes de informação, tempo e confiança são moedas valiosas. 

E quando falamos de formalização de documentos, seja com times internos ou parceiros estratégicos, a assinatura eletrônica se torna uma solução prática e segura.

Ela não serve apenas para digitalizar assinaturas. O real valor está na automatização de processos, na rastreabilidade e na gestão inteligente de documentos, que permitem ganhar escala sem abrir mão da validade jurídica.

Empresas digitais, de big techs a negócios inspirados nesse modelo, usam a assinatura eletrônica para integrar fluxos como:

Com recursos como autenticação, templates inteligentes e integração via API, a assinatura eletrônica deixa de ser apenas uma solução pontual e passa a ser uma peça estratégica para empresas que querem crescer com controle, eficiência e conformidade. 

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Smart contract: mais segurança e agilidade com contratos inteligentes

Já imaginou fechar um smart contract, que se executa automaticamente, sem precisar de intermediários ou aprovações manuais? 

Se você atua em setores como jurídico, tecnologia ou gestão de documentos, provavelmente busca soluções que tragam mais agilidade e confiabilidade para o dia a dia.

É exatamente aqui que entra esse tipo de contrato inteligente, que vem transformando a forma como acordos são firmados e executados, com base na tecnologia blockchain.

Neste artigo, conversaremos sobre o que é smart contract, como surgiu, quais são suas vantagens e desafios e aplicações. 

Vamos lá?

O que é smart contract?

O smart contract é como um “contrato automático” que funciona dentro de uma blockchain. 

Na prática, os programadores criam um código de computador que executa automaticamente uma ação sempre que alguém cumpre uma condição — sem depender de intermediários.

Vamos a um exemplo prático: duas empresas firmam uma parceria e combinam que farão o pagamento assim que ambas assinarem o documento.

Com um contrato inteligente, o sistema identifica a assinatura na blockchain e libera o pagamento automaticamente.

Sem atrasos, sem retrabalho.

Outro exemplo: ao confirmar o pagamento, a plataforma de aluguel de temporada libera automaticamente o código de entrada da casa por meio de um smart contract.

Tudo de forma automática, transparente e segura.

Em 1994, Nick Szabo introduziu o conceito de smart contract ao propor contratos executados automaticamente por sistemas computacionais.

A chegada das blockchains, como a Ethereum, tirou esse conceito do papel e levou seu uso para larga escala.

Como funciona o smart contract na prática

O contrato inteligente depende do blockchain para existir. A blockchain sustenta os contratos inteligentes, armazenando e executando cada um deles em um registro digital público e seguro.

Ao criar um smart contract, os desenvolvedores gravam o código diretamente em uma rede blockchain, como a Ethereum, de forma imutável.

Depois que publicam o contrato, ninguém mais consegue alterá-lo. A blockchain registra cada ação executada, passo a passo, com total transparência.

Essa estrutura torna o contrato mais confiável, transparente e resistente a fraudes. Ele dispensa aprovações manuais: basta que uma condição seja cumprida para que execute automaticamente a tarefa programada.

Por isso, contrato inteligente e blockchain andam juntos: um depende da tecnologia do outro para entregar mais segurança, agilidade e autonomia nos processos.

Quer levar mais tecnologia para sua empresa? Veja como a tecnologia digital pode ajudar seu negócio a crescer com soluções seguras, escaláveis e focadas em produtividade.

Vamos a um exemplo prático: as partes firmam um contrato de prestação de serviço que só libera o pagamento depois que o prestador envia e a plataforma confirma a entrega de um arquivo digital.

Nesse caso, o contrato inteligente executa essa liberação automaticamente, sem intervenção manual.

Tudo isso acontece na blockchain, garantindo que o processo seja transparente, seguro e sem possibilidade de manipulação.

Quer entender melhor como funciona essa tecnologia por trás dos contratos inteligentes? Confira aqui nosso artigo sobre blockchain e veja por que ela vem ganhando tanto espaço no mundo jurídico e corporativo.

As principais vantagens dos contratos inteligentes

Adotar um smart contract pode trazer benefícios reais para empresas e profissionais que lidam com contratos com frequência. 

Empresas dos setores jurídico, financeiro, de compras e RH percebem os ganhos logo nas primeiras implementações.

A seguir, explicamos as principais vantagens:

Redução de custos operacionais

Ao eliminar intermediários, como despachantes, validadores manuais ou processos cartoriais, os contratos inteligentes ajudam a cortar etapas e reduzir gastos com burocracia. 

Além disso, diminuem os erros causados por retrabalho, o que também representa economia.

Mais segurança e transparência

Por operarem em blockchain, os contratos inteligentes registram todas as informações de forma imutável e acessível apenas pelas partes envolvidas. 

Isso garante que os dados não possam ser manipulados, criando uma trilha de auditoria segura e transparente. 

Toda ação executada fica registrada, o que facilita auditorias e reforça a confiança nos processos.

Segurança é um dos pilares de qualquer operação digital. Confira também nossas dicas de boas práticas de cibersegurança para empresas e saiba como proteger suas informações em ambientes digitais.

Confiabilidade na execução

Quem gerencia contratos sabe como pode ser desafiador garantir o cumprimento das cláusulas sem depender de ações manuais ou validações externas.

O contrato inteligente resolve esse problema ao só permitir a execução quando as partes cumprem todas as condições pré-definidas.

Isso evita interpretações dúbias e reduz conflitos entre as partes.

Agilidade nos fluxos

A automação reduz drasticamente o tempo necessário para executar tarefas contratuais, executando as ações em tempo real, sem exigir aprovações manuais.

Em um contrato de prestação de serviço, o sistema ativa o contrato assim que alguém envia o relatório ou confirma a entrega, economizando dias ou até semanas no processo.

Menos riscos jurídicos

Por serem programáveis e executados conforme regras pré-estabelecidas, os contratos inteligentes ajudam a mitigar riscos de descumprimento, prazos vencidos e cláusulas esquecidas. 

Isso facilita a gestão e reduz passivos jurídicos.

Automatizar contratos exige responsabilidade com os dados envolvidos. Entenda como se adequar à LGPD e evite riscos desnecessários em sua operação.

Aplicação dos smart contracts

Engana-se quem pensa que essa tecnologia se limita ao mercado financeiro. Veja alguns exemplos de aplicações:

  • RH: pagamento automático de benefícios, renovação de contratos temporários
  • Compras e Supply Chain: liberação de pagamentos com base em prazos e entregas confirmadas
  • Jurídico: execução de contratos de prestação de serviços com base em entregas
  • TI: licenciamento de software, controle de acessos
  • Marketing: contratos com influenciadores, liberação de verba conforme metas batidas

Legislação sobre smart contract no Brasil

O PL 4/2025 propõe a inclusão dos contratos inteligentes no Código Civil brasileiro como instrumentos válidos:

  • Definição clara: O projeto afirma que “contratos inteligentes (smart contracts)” são aqueles em que alguma ou todas as obrigações são definidas ou executadas automaticamente por programas que utilizam registros eletrônicos, garantindo ordenação e integridade de forma cronológica.
  • Requisitos técnicos obrigatórios: Quem disponibiliza ou cria smart contracts deve assegurar:
    1. Robustez e controle de acesso, protegendo contra falhas e invasões
    2. Mecanismos de interrupção, para que seja possível suspender ou encerrar a execução
    3. Auditabilidade, com armazenamento de dados e histórico para eventual desativação

Isso traz segurança jurídica ao criar uma base regulatória própria para smart contracts no Brasil. 

Além disso, mesmo sem regulamentação específica, já há respaldo legal para contratos digitais via:

Em resumo, o PL 4/2025 representa um passo relevante para legitimar e organizar o uso de contratos inteligentes no país, embora ainda dependa de ajustes para lidar com riscos práticos e questões de responsabilidade.

Quer saber mais sobre como novas leis estão moldando o uso da tecnologia nas empresas? Leia nosso conteúdo sobre o Marco Legal da Inteligência Artificial e entenda o que muda na prática para quem automatiza processos com IA.

Quais os desafios de usar smart contracts?

Apesar das vantagens, alguns desafios ainda precisam ser enfrentados:

  • Complexidade técnica: exige conhecimento em programação e blockchain
  • Ambiguidade legal: falta de regulação específica pode gerar dúvidas
  • Erro de código: contratos mal programados podem executar ações indesejadas
  • Custo inicial: pode ser elevado dependendo da rede blockchain utilizada

Por isso, é essencial planejar bem antes de adotar essa solução.

O que é preciso para fazer um smart contract?

Criar um contrato inteligente pode parecer algo muito técnico à primeira vista, mas o processo pode ser bem estruturado, especialmente quando se entende os passos essenciais. 

Confira os principais pontos para desenvolver um contrato inteligente de forma segura e eficiente:

1. Entender o objetivo e definir as regras com clareza

Antes de qualquer linha de código, é fundamental que as partes envolvidas saibam exatamente o que esperam desse contrato. 

Quais ações ele deve executar? Quais condições precisam ser atendidas para que isso aconteça?

Por exemplo, como citamos anteriormente, em um contrato de prestação de serviços, é possível programar o pagamento automático assim que o entregável for aprovado. 

Mas isso só funciona bem se os critérios estiverem claros e objetivos desde o início.

2. Escolher a blockchain mais adequada ao projeto

Nem toda blockchain funciona da mesma forma. Algumas são mais rápidas, outras mais econômicas e algumas focam mais na segurança. 

O ideal é avaliar o tipo de transação que você pretende automatizar para escolher a rede que oferece o melhor custo-benefício e estabilidade.

3. Contar com um desenvolvedor experiente em smart contracts

Desenvolvedores escrevem os contratos em linguagens específicas, como a Solidity (usada na Ethereum).

Já outras redes usam Rust, Plutus ou linguagens próprias.

Isso significa que é preciso alguém com conhecimento técnico e visão de negócios para traduzir as regras acordadas em código.

Mais do que programar, esse profissional precisa prever cenários de falhas, possíveis brechas e a integração com outros sistemas.

4. Testar em ambiente seguro antes de publicar na blockchain

Antes de publicar o contrato oficialmente, é possível (e altamente recomendado) testá-lo em um ambiente de simulação. 

Isso ajuda a identificar falhas, corrigir detalhes e garantir que todas as condições sejam cumpridas exatamente como o esperado, sem surpresas.

Publicar na blockchain de forma segura

Depois de testado, o contrato precisa ser publicado na rede escolhida. 

Isso é feito por meio de uma transação assinada digitalmente, o que garante a integridade do código e a segurança do processo.

Validar o funcionamento em ambiente real

Mesmo depois da publicação, é importante acompanhar as primeiras execuções do contrato para garantir que tudo está fluindo como deveria. 

Em projetos mais complexos, isso também ajuda a pensar em melhorias para contratos futuros.

Cuidados importantes antes de usar smart contracts

Antes de adotar essa tecnologia, alguns pontos merecem atenção:

  • Certifique-se de que os termos do contrato sejam objetivos e livres de interpretações
  • Avalie se a blockchain escolhida tem boa reputação e segurança
  • Garanta que os dados de entrada e as fontes externas usadas sejam confiáveis

Esses cuidados evitam erros e fortalecem a validade jurídica da iniciativa.

Segurança contratual também envolve prevenir fraudes digitais. Veja como proteger sua empresa com práticas eficazes no nosso artigo sobre como evitar fraudes digitais.

Smart contract e assinatura eletrônica: tecnologias que apontam para o futuro

O contrato inteligente tem como missão principal automatizar tarefas e executar acordos de forma autônoma e segura dentro da blockchain. 

Ele é ideal para ambientes em que as regras podem ser programadas e validadas automaticamente, sem precisar de intermediários.

Já a assinatura eletrônica é a solução mais adequada para contratos que envolvem pessoas físicas ou jurídicas no mundo real, com validade jurídica garantida, autenticação robusta e integração aos sistemas das empresas.

Na prática, as duas tecnologias fazem parte de um mesmo movimento: a digitalização inteligente dos processos contratuais. 

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Foodtech: veja como a tecnologia tem revolucionado o mercado alimentício

Foodtech é um termo que está em alta, principalmente com o surgimento de empresas especializadas em delivery, como o Ifood.

E não é para menos: as foodtechs estão transformando o setor alimentício de forma revolucionária, já que unem tecnologia e alimentação para criar soluções inovadoras, atendendo às novas demandas dos consumidores e resolvendo desafios globais, como o desperdício de alimentos e a sustentabilidade. 

Pronto para saber mais sobre elas? Neste artigo, exploraremos o que são foodtechs, como surgiram, seus principais tipos e benefícios, e como elas podem se beneficiar das soluções da D4Sign. Boa leitura.

Afinal, o que é foodtech? 

Foodtech é um termo que combina as palavras “food” e “technology”. Ele refere-se às startups e empresas que utilizam a inovação tecnológica para repensar a produção, distribuição e consumo de alimentos. 

Esse movimento surgiu como resposta às mudanças no comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes quanto à saudabilidade, à conveniência e à sustentabilidade dos produtos que consomem.

Alguns desses comportamentos envolvem a análise mais detalhada de rótulos e consumo mais consciente. 

Quem confirma isso são estudos do segmento, como o levantamento da Opinion Box que aponta que 37% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por alimentos sustentáveis, enquanto dados da Euromonitor mostram que 41% deles leem com atenção os valores nutricionais daquilo que consomem. 

Além disso, o mercado de alimentos e bebidas é um dos setores que mais investem em inovação, com estimativas de movimentar mais de R$ 120 bi no Brasil até 2026.

Por que foodtechs são importantes? 

As foodtechs não só atendem às novas demandas dos consumidores, mas também trazem benefícios para toda a cadeia de produção e distribuição. Alguns dos motivos delas serem tão importantes envolvem:

  • Sustentabilidade: redução do impacto ambiental por meio de alternativas sustentáveis.
  • Acessibilidade: democratização do acesso a alimentos de qualidade.
  • Eficiência operacional: uso de tecnologia para otimizar processos e reduzir custos.

Tipos de foodtechs

As foodtechs abrangem diversos segmentos e modelos de negócios. Veja os principais:

Agritech

Empresas que aplicam tecnologias para otimizar a produção agrícola, como drones para monitoramento de safras, sensores IoT para gestão hídrica e soluções de big data para previsão climática.

Food delivery

Startups que conectam restaurantes e consumidores por meio de plataformas digitais, como iFood e Rappi. Elas tornaram o acesso à alimentação mais rápido e conveniente.

Plant-based e proteínas alternativas

Empresas focadas em criar substitutos para produtos de origem animal, como Beyond Meat e Impossible Foods, que atendem à crescente demanda por dietas vegetarianas e veganas.

Redução de desperdício

Soluções que visam reduzir o desperdício alimentar por meio de plataformas de reaproveitamento e redistribuição de alimentos, como a Too Good To Go.

Food science

Startups que investem em pesquisa para criar novos ingredientes ou alimentos com propriedades diferenciadas, como alimentos funcionais ou nutracêuticos.

Grandes Foodtechs do Brasil

Conheça a seguir algumas foodtechs do Brasil que ganharam espaço não só pela 

inovação, mas pelo rápido crescimento e qualidade em seus produtos e serviços.

NotCo

A NotCo é uma foodtech chileno-brasileira que ganhou destaque internacional ao produzir alimentos plant-based usando inteligência artificial. Seu sistema proprietário, batizado de Giuseppe, analisa combinações de ingredientes vegetais para recriar sabores, texturas e propriedades nutricionais de produtos de origem animal.

Dentre seus principais produtos estão: leite vegetal (NotMilk), hambúrgueres (NotBurger) e sorvetes (NotIceCream). 

A NotCo atende a consumidores preocupados com sustentabilidade, saúde e bem-estar, contribuindo para a redução do consumo de produtos de origem animal e as emissões de carbono associadas à pecuária.

Fazenda Futuro

A Fazenda Futuro é uma das pioneiras no Brasil na produção de carnes plant-based. Seu foco é criar alternativas vegetais que se assemelham em sabor, textura e aparência às carnes tradicionais. 

A empresa utiliza tecnologia avançada para desenvolver seus produtos, buscando atingir o público flexitariano: aqueles que consomem carne, mas desejam reduzir sua ingestão.

Os principais produtos da marca envolvem carne moída vegetal, almôndegas vegetais e hambúrgueres de plantas.

A Fazenda Futuro promove a sustentabilidade na alimentação ao oferecer produtos que requerem menos água e terras para produção, além de terem uma pegada de carbono significativamente menor do que a carne convencional.

Ifood

Embora o iFood seja mais conhecido como um serviço de delivery, ele também é uma importante foodtech brasileira. 

A empresa tem investido em inovação para transformar o mercado alimentício, especialmente por meio de projetos de sustentabilidade e iniciativas tecnológicas.

Como principais iniciativas, a empresa tem:

  • iFood Loop: programa de reciclagem que incentiva o descarte correto de embalagens.
  • Dark Kitchens: espaços de produção otimizados para atender exclusivamente pedidos via delivery, aumentando a eficiência dos restaurantes.
  • Parcerias com foodtechs: apoio a startups alimentícias por meio de programas de aceleração.

O iFood conecta consumidores e estabelecimentos, democratizando o acesso a uma variedade de alimentos. Suas iniciativas sustentáveis ajudam a reduzir o impacto ambiental do setor de delivery.

Foodtechs X D4sign: parceria de sucesso

Foodtechs são empresas que tramitam muitos documentos diariamente e a assinatura eletrônica é a melhor maneirade lidar de forma inovadora, inteligente, tecnológica e segura com tantas informações.

Com a D4Sign, empresas desse segmento pode obter uma série de benefícios, como:

  • Validade jurídica: documentos assinados em nossa plataforma possuem validade jurídica e atendem os requisitos de autenticidade e integridade por meio dos pontos de autenticação e criptografia hash.
  • Agilidade: redução no tempo de assinatura de contratos, permitindo um fechamento de negócios mais rápido.
  • Segurança: dados criptografados e auditáveis garantem a proteção dos documentos em trânsito e armazenados na plataforma.
  • Sustentabilidade: economia de papel e outros recursos físicos, alinhando-se aos valores sustentáveis das foodtechs.

O que está esperando para revolucionar ainda mais o mercado de alimentos com uma parceira que cresce com você?

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Quais os diferenciais de uma plataforma de assinatura eletrônica multicloud? 

No universo das assinaturas eletrônicas e digitais, a segurança e a flexibilidade do armazenamento são essenciais para a experiência do usuário, por isso a D4Sign trabalha com o sistema multicloud. 

Pioneira mais uma vez no setor, permitimos aos clientes escolher entre as plataformas AWS e Huawei Cloud para armazenar contratos e documentos assinados. 

Mas o que realmente significa uma infraestrutura multicloud? Quais as diferenças entre AWS e Huawei? E como a computação em nuvem está transformando a gestão de dados e documentos?

Tire essas e outras dúvidas nesse post que preparamos e fique por dentro do que esse termo significa e os seus benefícios. Boa leitura.

O que é computação em nuvem?

A computação em nuvem é uma tecnologia que permite o armazenamento, processamento e gerenciamento de dados em servidores remotos acessíveis pela internet. 

Esses servidores, chamados de “nuvem”, substituem a necessidade de uma infraestrutura física local, oferecendo acessibilidade e flexibilidade para as empresas. 

Ao utilizar a nuvem, uma empresa pode armazenar dados, rodar aplicações e acessar documentos de qualquer lugar, em qualquer dispositivo com conexão à internet. 

Além disso, a nuvem permite o escalonamento de recursos conforme a demanda, o que reduz custos e garante uma infraestrutura mais eficiente.

Dentre as principais vantagens da computação em nuvem, podemos citar:

  • Escalabilidade flexível: a nuvem permite que as empresas aumentem ou reduzam sua capacidade de armazenamento e processamento rapidamente, acompanhando a demanda sem necessidade de investimentos pesados em infraestrutura.
  • Acesso remoto e mobilidade: com a nuvem, é possível acessar informações e sistemas de qualquer lugar com conexão à internet. Isso facilita o trabalho remoto e a colaboração entre equipes distribuídas.
  • Backup e recuperação de dados: essa tecnologia facilita a criação de backups automáticos e recuperação de dados. Assim, em caso de falhas técnicas ou desastres, é mais rápido recuperar informações.
  • Segurança aprimorada: provedores de nuvem oferecem protocolos de segurança avançados e estão constantemente atualizando suas tecnologias de proteção contra ameaças cibernéticas, o que ajuda a manter os dados empresariais protegidos.
  • Colaboração e integração: a nuvem permite integração entre diferentes ferramentas e aplicações, facilitando a troca de informações e a colaboração em tempo real entre equipes e departamentos.
  • Inovação acelerada: acesso a novas tecnologias, como Inteligência Artificial e Machine Learning, permite que empresas testem e implementem soluções de ponta de forma ágil, melhorando seus serviços e produtos.

E afinal, o que é multicloud?

A arquitetura multicloud é a estratégia de utilizar múltiplos provedores de nuvem para hospedar serviços, dados e aplicações. 

Em vez de depender de uma única plataforma, uma abordagem multicloud permite a combinação de diferentes serviços de nuvem, como AWS, Azure, Huawei Cloud, entre outros. 

Isso proporciona benefícios como redundância, evitando interrupções em caso de falhas em um dos servidores, e permite que as empresas escolham os serviços mais vantajosos de cada provedor, adaptando-se melhor às suas necessidades específicas.

Multicloud é a mesma coisa que nuvem híbrida?

Multicloud e nuvem híbrida são conceitos diferentes, apesar de ambos envolverem o uso de múltiplos ambientes de nuvem:

  • Multicloud: refere-se ao uso de mais de um provedor de nuvem pública ou privada, mas de maneira independente. Cada ambiente é gerenciado separadamente, e os serviços de um provedor não dependem dos outros. 
  • Nuvem híbrida: já aqui, envolve a integração de uma nuvem privada (que pode estar no próprio data center da empresa) com uma ou mais nuvens públicas, permitindo o compartilhamento de dados e aplicativos entre os ambientes. A nuvem híbrida é ideal para empresas que precisam de flexibilidade e querem aproveitar a elasticidade e o custo-benefício da nuvem pública quando necessário.

Por que a D4Sign é multicloud?

A D4Sign adota uma infraestrutura multicloud para garantir mais flexibilidade, segurança e desempenho aos seus clientes. 

Com servidores da AWS e Huawei Cloud, a D4Sign oferece a possibilidade de armazenamento de documentos em nuvens distintas, escolhidas estrategicamente para atender a requisitos específicos, como localização dos dados, regulamentações locais e preferências de segurança.

Essa configuração multicloud permite um melhor atendimento a clientes globais, que podem escolher onde armazenar seus documentos e realizar assinaturas de maneira rápida e segura, independentemente da localização geográfica.

Esse é um diferencial importante da D4Sign, que busca proporcionar uma experiência de assinatura digital mais segura, ágil e confiável para empresas que dependem de infraestrutura de ponta e segurança jurídica.

O que muda para nossos clientes?

Para os clientes da D4Sign, nada muda no dia a dia. A configuração padrão continua sendo a AWS, garantindo toda a segurança e o desempenho já conhecidos. 

Caso prefira utilizar a Huawei como provedor de armazenamento, essa alteração pode ser feita sem qualquer custo adicional. Basta entrar em contato com o suporte D4Sign (suporte@d4sign.com.br) que prontamente auxiliará na migração.

Essa flexibilidade permite que os clientes escolham o ambiente de nuvem que mais se adapta às suas necessidades, mantendo sempre a segurança e a confiabilidade que são marcas da D4Sign.

Impacto positivo para clientes multinacionais

Para empresas com operações globais ou planos de expansão, a escolha de uma infraestrutura multicloud oferece um diferencial importante. 

A D4Sign ao permitir que seus clientes escolham entre a nuvem da AWS e da Huawei, facilita a adequação a leis como a LGPD

Isso é ideal para quem lida com dados de clientes em várias regiões, onde cada país pode impor regras específicas sobre dados.

Com a multicloud da D4Sign, nossos clientes podem optar por armazenar documentos na AWS ou Huawei. 

Além disso, essa flexibilidade permite que as operações em cada região se mantenham ágeis e seguras!

Isso porque a proximidade dos servidores escolhidos contribui para a redução da latência, otimizando o tempo de resposta.

Por falar em flexibilidade e segurança no armazenamento de dados, confira nossas dicas sobre cibersegurança, para manter a sua empresa longe de ataques de criminosos digitais. 

4 tendências do mercado de tecnologia em 2024

Quando o assunto é sobre o mercado de tecnologia, inovação é uma palavra que sempre aparece nas discussões do tema, afinal, a criação de novas ferramentas, a otimização das já existentes e descobertas para melhorar o cotidiano de pessoas e empresas são constantes.

Não é raro ouvir falar sobre smartphones, objetos imersivos e o uso da IA para variados fins, envolvendo desde análise de dados até a edição de imagens.

No entanto, com tantos avanços sendo acompanhados diariamente, para muitas pessoas fica difícil entender o que de fato é uma inovação que pode melhorar o seu cotidiano e o que não é uma opção viável para o dia a dia.

Pensando nisso, trouxemos hoje as quatro tendências do mercado de tecnologia que realmente irão impactar empresas e pessoas em 2024. Entramos na lista com algumas ferramentas desenvolvidas neste ano. Confira e surpreenda-se.

Panorama do mercado de tecnologia no Brasil

O Brasil é um país conhecido pela criatividade e agora também pelo investimento em  tecnologia. Quem comprova isso é o relatório da consultoria IDC, que colocou nosso país como um dos 10 maiores mercados de tecnologia em 2023.

A pesquisa leva em conta principalmente o valor movimentado no setor, que no Brasil foi de US$ 50 bilhões, ultrapassando a Coreia do Sul. O número então coloca o Brasil entre as 10 potências globais.

Outro ponto que vale a pena ressaltar é que segundo as pesquisas feitas pelo International Data Corporation (IDC) sobre a realidade do setor de Tecnologia da Informação (TI) para 2024 nos países analisados, a indústria do Brasil tem previsão de crescer 12%, enquanto os Estados Unidos crescerá 9%.

Além disso, o brasileiro usa a tecnologia em diversos segmentos: desde diversão e cuidados com a saúde, até o trabalho, é claro, onde cada dia mais é comum encontrar o uso de ferramentas inovadoras auxiliando o dia a dia dos trabalhadores brasileiros.

Por fim, não podemos deixar de citar o comportamento da população sobre as ferramentas inovadoras e a relação de consumo com o mercado de tecnologia em si.

O Brasil tem um dos mais altos níveis de aproximação com ferramentas de Inteligência Artificial, chegando a 81% de familiaridade e a 94% de confiança. 

Além desse dado trazer uma análise de comportamento favorável à inovação, também traz uma reflexão positiva sobre a relação dos brasileiros com a tecnologia.

Confira as 4 tendências mais inovadoras de 2024

Se o brasileiro gosta de tecnologia e também investe nela, no que ele deve prestar atenção em 2024? Veja a seguir as quatro tendências mais fortes dentro do mercado de tecnologia do Brasil e do mundo.

Inteligência Artificial voltada a negócios

Dificilmente a Inteligência Artificial e suas ferramentas ficariam de fora da lista, e como esse tipo de solução já é realidade por aqui, colocamos-a em primeiro lugar.

Dentre as principais atividades que a IA pode realizar, estão:

IA generativa: provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o ChatGPT, Gemini ou outras ferramentas que geram imagens, textos e até mesmo conversam com os usuários. Elas são treinadas nas mais variadas línguas e dialetos, trazendo resultados cada vez mais precisos.

Leitura e compreensão: um grande exemplo de ferramenta de IA voltada a negócios é o Analyzer, recurso do D4Sign.AI, nosso ecossistema de inteligência artificial. Ele foi treinado com incontáveis teras de conteúdos sobre a jurisdição brasileira, podendo ler, entender e resumir contratos em segundos. Já pensou essa ferramenta agregando ao seu dia a dia?

Chat inteligente: a IA pode ser usada para criar verdadeiros atendentes inteligentes, que estão disponíveis 24 horas por dia, todos os dias.

Identificação de tendências e riscos: quando a IA é atrelada a grandes bancos de dados, ela pode trazer análises complexas a partir destes números, como tendências e riscos.

Inclusive, esse tipo de tecnologia dedicada à análise de contratos ganhou o nome de Contract AI.

Metaverso

O metaverso pode ser definido como uma nova camada da realidade, que por sua vez consegue unir os mundos real e virtual. 

Na prática, é um ambiente virtual imersivo construído por meio de diversas tecnologias, como a realidade virtual, realidade aumentada e indo mais longe, por hologramas.

Um dos maiores exemplos do uso dessa tecnologia no Brasil foi o lançamento virtual de uma linha de maquiagem, baseada nos maiores avanços da tecnologia.

Objetos imersivos

Quanto maior a imersão em jogos, filmes, músicas e até mesmo em atividades simples do cotidiano, como dirigir, melhor. Pensando nisso, grandes nomes da tecnologia investem frequentemente em ferramentas que tornam a relação com o imaginário cada vez mais realista.

Confira a seguir alguns lançamentos e promessas para 2024 de objetos que prometem revolucionar a forma de enxergar e lidar com a tecnologia:

Big Data

Você já deve saber que os dados são verdadeiras minas de ouro para os mais variados segmentos do mercado. 

Grandes bancos de dados podem servir como pilares para a tomada de decisão, lançamento de produtos e até mesmo para definir preços e demais pontos essenciais para uma empresa.

Dificilmente um gestor conseguirá fazer as melhores escolhas sem ter informações concretas para se embasar, afinal, a experiência é muito importante, mas sozinha pode não ser o suficiente.

Pensando na necessidade crescente de gestores terem dados acessíveis a qualquer hora e lugar para poderem gerenciar seus negócios, a D4Sign lançou o Big Data.

Essa é uma ferramenta que faz parte do nosso ecossistema de IA e que consegue trazer uma gestão até 7x mais rápida em comparação ao meio tradicional de lidar com documentos.

Além disso, o D4Sign.AI Big Data também traz relatórios completos a partir de mais de 40 parâmetros de análise, que identificam padrões, riscos e até mesmo dados personalizados, de acordo com a necessidade do usuário.

E aí, o que está esperando para mergulhar nessas tendências do mercado de tecnologia, e conhecer melhor a D4Sign?


Aproveite e conheça mais sobre o D4Sign.AI e suas ferramentas que formam um ecossistema inteligente e completo.

API de assinatura eletrônica: o que é e como funciona?

Seja sua empresa pequena, média ou grande, não importa: você precisa fazer assinaturas com facilidade, rapidez e segurança, sem colocar qualquer dado em risco de vazamento.

Já parou para pensar no quanto uma API de assinatura eletrônica pode ajudar a sua empresa? 

Até mesmo quem não está totalmente imerso no ambiente digital sabe que existem ferramentas online fundamentais para a operação de uma empresa, seja o sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas, plataformas que fazem a gestão de estoque e, claro, as que permitem a assinatura eletrônica e digital.

O que todas essas ferramentas têm em comum? Funcionam a partir de APIs, que integram esses e mais programas, otimizando a operação das mais variadas empresas.

Pronto para entender mais sobre o que são APIs e de que formas elas podem agregar em diversos setores da sua organização? Continue por aqui.

O que é API?

API é a sigla que vem do inglês Application Programming Interface, traduzida como Interface de Programação de Aplicação.

É simplesmente uma das melhores formas de integrar múltiplas plataformas, sejam internas ou externas, facilitando assim a integração de processos e dados. 

Ou seja, em vez de contratar um programa extra ou até mesmo criá-lo, basta unir o melhor de duas ou mais aplicações e então trabalhar.

O grande diferencial deste tipo de programa é a forma com que você ordena, centraliza ou descentraliza seus dados, permitindo que apenas as informações necessárias para o correto funcionamento da ferramenta sejam liberadas.

Embora seja uma função que passa praticamente despercebida por muitas pessoas, as integrações por API estão muito presentes não apenas no mundo corporativo, mas principalmente no dia a dia de milhões de pessoas.

Um grande exemplo de uso de API são as famosas permissões que aplicativos solicitam, como por exemplo o acesso aos seus contatos, localização atual, câmera do dispositivo e mais.

Outra situação bastante comum é quando você quer realizar um pagamento online. O que permite as transações entre o seu banco e o sistema de pagamento da loja é uma API de pagamento.

E os exemplos não param por aí. As APIs auxiliam empresas nos mais variados cenários. Inclusive, permitem consultas por telemedicina e a emissão de receitas e pedidos médicos 100% digitais e assinados eletronicamente

Por falar em empresas, já parou para pensar que milhões de entregas feitas por empresas de logística ocorrem graças a essa integração de programas? Pois, é. Os transportadores recebem suas rotas do dia a partir de APIs.

API de assinatura eletrônica

E quando falamos em assinatura eletrônica e digital? Existem APIs também para transações desse tipo, que é o foco deste conteúdo.

Uma API de assinatura eletrônica e digital é uma interface de programação que possibilita a incorporação de recursos de assinatura eletrônica em diversos sistemas e aplicativos, onde a sua empresa, por exemplo, pode usar os recursos da D4Sign para assinar documentos sem sair do seu site.

Com essa API, o processo de assinatura de documentos é automatizado, garantindo que documentos digitais sejam assinados com segurança e validade  jurídica.

É importante destacar que essas APIs permitem a integração de assinaturas eletrônicas simples, avançadas e qualificadas, ou seja, todos os tipos!

Quais as vantagens da API para quem usa assinatura eletrônica?

Como você deve estar pensando agora, o uso de uma API de assinatura eletrônica é marcada por vantagens a curto e médio prazo para a sua empresa, clientes e o seu público-alvo em si, já que é um diferencial competitivo trazer tamanha inovação e rapidez na assinatura de documentos.

Dentre os principais benefícios da API para este fim, estão:

Agilidade nos processos: se a assinatura eletrônica e digital por si só são 97% mais rápidas do que a manual, dentro da plataforma da D4Sign, imagine dentro do site da sua empresa, sem a necessidade de acessar a nossa plataforma.

Produtividade: suas equipes não precisarão mais se preocupar com este segmento, tornando seu tempo ainda mais dedicado a questões mais importantes do negócio, como a tomada de decisão e o planejamento estratégico.

Redução do custo operacional: se você pode integrar um ou mais sistemas entre si, não há a necessidade de contratar ainda mais soluções ou até mesmo desenvolver uma, o que acaba por reduzir seu custo operacional. Além disso, quanto mais integrações, melhor para a sua visão estratégica.

Experiência do usuário: uma assinatura por meio da API é feita em segundos, no mesmo ambiente digital e sem qualquer esforço ou custo. Já pensou no quanto agregará na experiência dos seus clientes?

Como funciona a API de assinatura eletrônica da D4Sign?

A API da D4Sign é uma interface robusta e flexível que permite a integração de funcionalidades de assinatura eletrônica e digital em sistemas e aplicativos. Para ativá-la, basta entrar em contato com a nossa equipe por e-mail (suporte@d4sign.com.br), sem qualquer tipo de custo para implementação.

Suas principais características envolvem a automatização do envio e a assinatura de documentos digitais, tornando o processo mais rápido e eficiente e a possibilidade de criação, envio e monitoramento de documentos diretamente de um sistema ou aplicativo integrado.

A API permite a utilização de múltiplos métodos de autenticação, como SMS, 

e-mail, selfie, geolocalização e certificado digital (ICP-Brasil). 

Todo o processo de integração de APIs da D4Sign é baseado em uma estrutura de  RESTful e todas as respostas são em JSON, onde você tem total acesso a ferramentas necessárias para automatizar seu fluxo de assinatura eletrônica.

Isso significa que, não importa qual seu sistema, ou quantos sistemas você utiliza, a D4Sign sempre conseguirá estar integrada aos seus processos e dados. Se você se interessou pelo assunto, confira a visão geral da API na Central do Desenvolvedor.

É possível personalizar fluxos de trabalho e funcionalidades de acordo com as necessidades específicas de cada negócio.

Você poderá utilizar todos os recursos da plataforma através desta API, como, por exemplo, enviar documentos para assinatura e visualizá-los no seu sistema, mantendo o usuário em seu ambiente.

Atualmente a API de assinatura eletrônica D4Sign permite 10 requisições por hora.

API Premium

Se você precisa de um número maior de requisições por hora, pode solicitar a contratação da API Premium e então ter um pacote de serviços personalizados para que possa aproveitar ao máximo o potencial da nossa integração com os mais variados sistemas.

A API Premium pode ser contratada com o nosso time de vendas. Entre em contato e entenda mais sobre este serviço.

O que é biometria facial e como ela é usada nas assinaturas eletrônicas?

O que até pode parecer invenção de filmes de ficção científica, na verdade é realidade há alguns anos: o uso de biometria facial como forma de comprovar a identidade de uma pessoa e até mesmo servir como prova de vida e acesso para os mais variados ambientes.

Não é novidade que traços biométricos são uma forma de comprovar a identidade.

Seja para acessar a conta do banco, solicitar acesso a determinados locais ou até mesmo bater o ponto durante a jornada de trabalho, por exemplo.

No entanto, sabia que a biometria facial também pode ser útil para outras atividades, como assinar um documento? Inclusive, na D4Sign utilizamos esta tecnologia em alguns dos nossos pontos de autenticação, como a selfie, vídeo selfie e D4Sign Score. 

 Continue por aqui e entenda mais sobre a biometria facial, seus benefícios e possibilidades de uso nas mais variadas situações. Boa leitura.

O que é biometria facial?

A biometria facial é uma tecnologia que tem como o objetivo verificar e autenticar a identidade das pessoas a partir de traços únicos de suas faces. 

De modo simplificado, a tecnologia usa algoritmos que comparam imediatamente a face da pessoa com imagens dela captadas anteriormente, que ficam guardadas em um banco de dados.

Ou seja, a biometria funciona a partir de comparações com fotos já tiradas, como por exemplo na admissão do colaborador ou na primeira visita que uma pessoa fez em um condomínio, e assim sucessivamente.

Apesar de parecer algo novo para muitas pessoas, na verdade é uma forma de comprovação de identidade que surgiu em 1964, mas que funcionava de forma mais rudimentar na época em questão.

Nessa época, o reconhecimento facial não era automático, e o algoritmo foi programado para identificar pontos como a linha do cabelo, olhos e nariz.

Inclusive, o sistema precisava de confirmação de humanos para prosseguir com as demais solicitações.

Como a biometria facial é feita?

Atualmente, tanto essa forma de biometria quanto outras, são automatizadas e com níveis de acuracidade de 100%.

O reconhecimento facial segue algumas etapas para ter sucesso na captação e identificação dos traços faciais das pessoas, sendo elas:

  • Detecção: a câmera captura o rosto da pessoa;
  • Extração dos traços: o software conectado a câmera realiza a detecção dos traços geométricos da face, para então gerar a impressão facial. Ele registra o formato do nariz, as cicatrizes, a distância entre a testa e o queixo, a profundidade das órbitas oculares e demais pontos;
  • Conversão de imagem em dados: o rosto e seus traços são transformados em uma fórmula matemática gerando um código numérico único que representa aquela face;
  • Correspondência: a captura da imagem é comparada com o banco de dados do sistema, que vai analisar se haverá ou não a correspondência do rosto.

Tipos de biometria

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o que é e como a biometria facial funciona, é hora de conhecer seus diferentes tipos e quais traços faciais são analisados em cada um deles.

Análise de forma facial

As proporções e a geometria do rosto são levadas em conta e então transformadas em um código numérico único, que depois vai ser comparado ao banco de dados.

Este recurso é considerado bastante preciso e seguro, mas alguns elementos ambientais, como a iluminação e até mesmo as expressões faciais da pessoa impactam na análise da forma facial.

Análise de textura

Este método leva em conta principalmente a textura da pele e seus traços únicos, como cicatrizes, manchas e até mesmo pintas. 

Ao passo que a iluminação local e as expressões faciais não impactam diretamente na confirmação da identidade, qualquer mudança na textura da pele, como por exemplo a causada pelo envelhecimento, pode trazer problemas de identificação da foto com o banco de dados registrado.

Biometria facial em 3D

Este modelo é um dos mais avançados em questão de acuracidade na comparação da foto com o banco de dados, já que cria a partir da foto, um modelo em 3D do rosto da pessoa e todas as suas características.

Este tipo é muito mais detalhado do que os outros e é ainda mais rápida.

Íris

A biometria facial a partir da íris (parte que dá a cor aos olhos) é também bastante precisa, já que cada íris é única. Para se ter uma ideia, nem mesmo as duas íris de uma pessoa são iguais entre si.

Inclusive, este é um dos tipos de biometria mais seguros, pois é impossível haver cópia da íris de uma pessoa.

Retina

A biometria feita a partir das características da retina de uma pessoa é também considerada altamente segura.

Assim como a íris, a retina é única e mantém as suas características mesmo com o passar dos anos, surgimento de doenças e demais condições. Humanamente, é impossível que uma pessoa tenha uma retina igual a outra, mesmo que esteja do outro lado do globo.

Vantagens e benefícios

Quando falamos em métodos rápidos e seguros de constatar a identidade de uma pessoa, a biometria facial é um dos mais benéficos. Confira as vantagens deste método:

  • Sem toque: ela não envolve o toque do indivíduo em nenhuma superfície, diferente do que ocorre com a biometria da impressão digital.
  • Redução de custos: além de ser mais barata do que outras formas de comprovação de identidade, agiliza a eficiência operacional;
  • Segurança: essa solução aumenta a segurança e consequente a redução de fraudes;
  • Praticidade: é rápida e também melhora a experiência do cliente;
  • Simplicidade: é um processo relativamente simples para o usuário, o que também traz simplificação de processos.

Principais usos

Confira os principais usos da biometria facial nas mais variadas ocasiões e necessidades.

Instituições governamentais

Aeroportos, postos policiais e demais instituições do governo costumam usar esse tipo de biometria no cotidiano, justamente pela rapidez e a precisão.

Transações bancárias

Com a biometria facial é possível tanto acessar o seu aplicativo do banco ou confirmar uma transação ou até mesmo movimentação entre contas.

Desbloqueio do celular

Principalmente em smartphones mais novos, é possível encontrar métodos de desbloqueio de tela e de aplicativos por meio da biometria facial.

Assinatura eletrônica

Você pode assinar documentos a partir da foto do seu rosto ou um pequeno vídeo solicitado no ato da assinatura, onde a plataforma de assinatura eletrônica e digital irá ou não permitir a autenticação.

Biometria facial na D4Sign: conheça nossas autenticações 

Na D4Sign você pode fazer uma assinatura apenas com fotos ou vídeos do seu rosto, com as nossas autenticações. Conheça mais sobre elas.

  • Selfie: é o método onde o signatário tira algumas fotos na hora da assinatura, sendo elas uma selfie sozinho e outra segurando um documento oficial com foto próximo ao seu rosto. 

O sistema Amazon Rekognition adotado por nós, então, irá comparar as imagens e atestar se o rosto é o mesmo do que está no documento oficial.

  • Video-selfie: é uma das formas mais atuais e seguras de realizar a prova de vida de uma pessoa, além de comprovar a localidade de um indivíduo e a sua consciência.
  • D4Sign Score:  é uma autenticação que só a gente tem, que compara selfies e vídeo selfies fornecidas pelos signatários com as fotos cadastradas em documentos oficiais, como o RG e a CNH, que estão no banco de dados do Gov.br, que é integrado com o nosso sistema.

Na página de autenticação digital, você pode solicitar uma similaridade obrigatória de 70%, 80% ou 90% da aparência do usuário, para ter a sua confirmação de  identidade.

Pronto para adotar essa inovação em seu cotidiano? Continue por aqui e leia também sobre o D4Sign Score.

O que é API? 

Se você tem costume de acessar a internet, provavelmente já deve ter visto algum conteúdo que abordava sobre o que é API. Mas será que realmente sabe a importância dela?

Essa sigla está presente na vida de milhões de pessoas e muitas delas nem sabem o quanto esse tipo de software pode facilitar uma série de atividades online.

Pronto para entender de uma vez por todas o que é API, para que serve e muito mais? Continue por aqui!

O que é API e para que serve?

API nada mais é que uma interface de programação de aplicativos, ou Application Programming Interface, em inglês.

Essa interface, muito presente na programação dos mais variados softwares, atua como uma ponte entre diferentes softwares, permitindo que eles se comuniquem de maneira eficiente e segura. 

Ela funciona como um intermediário que controla o acesso às informações, permitindo que aplicativos façam solicitações específicas e recebam os dados necessários sem precisar entender todos os detalhes internos uns dos outros

Na prática, ela parece mais simples: você consegue adicionar contatos no WhatsApp a partir da sua lista de contatos, fazer uma compra online com seu cartão de crédito, solicitar uma rota ao aplicativo de GPS a partir dos seus dados de localização e assim sucessivamente.

Provavelmente você já deve ter recebido alguma solicitação ao baixar aplicativos no celular para conceder acesso a outras informações, permitindo que eles capturem os dados necessários para serem ainda mais úteis para você.

Como funciona a API?

O que pode até parecer coisa de outro mundo é, majoritariamente, códigos de programação que permitem que aplicações comuniquem-se a partir de solicitações e obtenham uma informação e a partir do nível de permissão, possam enviá-la, alterá-la e excluí-la em seus bancos de dados.

Pense no seguinte exemplo: você quer comprar um ingresso para um show no site do evento e, para isso, precisa colocar os dados do seu cartão de crédito para que a transação seja concluída. Para isso, o sistema de pagamento da organizadora irá solicitar ao seu banco que a compra seja aprovada.

A partir dessa comunicação que ocorre em segundos, seu pagamento será ou não aprovado e automaticamente você receberá a resposta.

Esse tipo de transação entre sistemas ocorre de forma imperceptível nos mais variados serviços, e sem uma API não seria possível fazê-lo de forma rápida e segura.

Tipos de API

Além de entender o que é API, é preciso compreender um pouco mais sobre os seus setores de atuação e, consequentemente, seus tipos.

Por ser um universo vasto, é necessário que existam diferentes modelos de API para atender operações de diferentes níveis de complexidade e em diferentes ambientes digitais. 

As APIs são separadas de acordo com a sua arquitetura, ou seja, onde serão aplicadas, como sites, aplicativos e sistemas operacionais. Conheça-as:

  • SOAP (Simple Object Access Protocol): significa Protocolo Simples de Acesso a Objetos e utiliza XML (linguagem de marcação) para transferir dados entre sistemas e é comumente usado em aplicativos empresariais.
  • RPC (Remote Procedure Call): traduzida para Chamada de Procedimento Remoto, é ativada quando o cliente solicita uma ação necessária ao servidor e, como resposta, uma função é executada no aplicativo.
  • REST (Representational State Transfer): Transferência de Estado Representacional, em português, é o tipo de API mais usado ao redor do mundo, isso porque ela opera o protocolo HTTP para troca de dados e é frequentemente usada em aplicações web. Inclusive, é o tipo usado pela D4Sign.
  • WebSocket: torna a comunicação e a troca de informações entre servidor e cliente mais simples a partir de informações enviadas no modelo JSON (dados estruturados em forma de texto).

Tipos de acesso à API

Outro ponto importante é que dentro de todos os tipos, existem níveis de acesso, como os seguintes.

  • Internas: usadas dentro das empresas para otimizar fluxos de trabalho e reduzir custos de operação.
  • Públicas: possuem acesso aberto, justamente para que novos serviços sejam criados.
  • De sócios: permite que sócios e desenvolvedores de uma mesma empresa possam otimizar seus trabalhos.
  • Compostas: combinam duas ou mais APIs já existentes para trazer um novo sistema mais robusto e completo.

3 exemplos de APIs

Agora que você já sabe mais sobre o que é API e porque essas interfaces são fundamentais para as mais variadas práticas, nada melhor do que conhecer exemplos práticos de APIs de sucesso.

Redes sociais

Existem diversas APIs para as redes sociais, que permitem que esses canais possam compartilhar conteúdos ou até mesmo usar determinados dados de contato para fazer login em sites variados.

As redes sociais costumam se integrar a diferentes aplicativos dos dispositivos, como o GPS, câmera, contatos e até mesmo outras redes sociais, como no caso de Instagram e Facebook.

D4Sign

A D4Sign é uma plataforma de assinatura eletrônica e digital que permite que diversos sistemas sejam integrados a ela, facilitando a navegação em sites variados e a assinatura eletrônica e digital.

Com essa facilidade, você poderá utilizar todos os recursos da plataforma através desta API, como, por exemplo, enviar documentos para assinatura e exibi-los em seu website, mantendo o usuário em seu ambiente.

Pagamentos online

Um dos maiores exemplos de uso de APIs estão nas transações online, principalmente em compras feitas na internet. 

Sites integrados a sistemas de pagamento, como o PayPal, por exemplo, permitem compras sem ter acesso aos dados confidenciais dos clientes, tornando a operação segura.

Por que usar API?

Sabia que as APIs trazem benefícios para ambos os lados, ou seja, tanto para quem solicita as informações, quanto para quem libera? Dentre suas principais vantagens, pode-se citar:

Segurança: APIs são seguras, pois criam um tipo de barreira para que apenas os dados permitidos sejam disponibilizados;

Use apenas os dados necessários: a API libera apenas o que foi solicitado, tornando o tratamento e armazenamento desses dados mais fácil.

Mais rapidez em sistemas: as APIs trazem uma série de facilidades para os aplicativos que integram, agilizando processos e evitando novas programações do zero.

E aí, pronto para usar as APIs ao seu favor? Aproveite para saber mais sobre as APIs para assinatura eletrônica.

Como o investimento em tecnologia pode transformar sua empresa

Há quem acredite que o investimento em tecnologia é luxo e não uma necessidade cada dia maior para todas as empresas.

A tecnologia está presente em muitas atividades do cotidiano, como enviar uma mensagem, tirar uma foto, fazer uma assinatura eletrônica, solicitar um veículo por aplicativo, pedir uma refeição, dentre outros.

O que até então passa despercebido, na verdade é o que mais impacta no dia a dia da população e de empresas.

Para te ajudar a entender melhor sobre os benefícios do investimento em tecnologia para a sua empresa, desenvolvemos esse post. 

Continue por aqui e entenda mais sobre o cenário atual de inovação no país, exemplos de sucesso e os principais benefícios para opta pela transformação digital.

Panorama do investimento em tecnologia no Brasil

Ao olhar atentamente para o cenário de investimento em tecnologia no país, a realidade é animadora. Além disso, os dados indicam um crescimento avançado em diferentes pontos, mostrando que o Brasil também é um país inovador.

Principalmente dentro das empresas privadas, o interesse por investimento em tecnologia é promissor. De acordo com a pesquisa da IBM e Morning Consult, 78% dos líderes vão investir em tecnologia em 2024.

Esse interesse tem três principais motivos: proteção contra riscos cibernéticos, mudanças de mercado e pressões ambientais, principalmente por causa da ESG.

Outro ponto que merece atenção é o crescimento tanto em quantidade como de lucro nas empresas de tecnologia nascidas no Brasil. Só em 2020, 85 mil empresas foram fundadas e o faturamento somado foi de 426,9 bilhões de reais.

Casos de sucesso

Todas essas empresas foram criadas a partir de uma boa ideia que supria necessidades corriqueiras da população de forma criativa. Conheça grandes marcas de tecnologia 100% brasileiras:

  • Jadlog: fundada em 2005, é atualmente uma das maiores empresas de logística do Brasil. Tem franquias em todas as capitais brasileiras, atua com empresas de todos os tamanhos e necessidades, fazendo entregas rápidas e eficientes.
  • D4Sign: é a única plataforma de assinatura eletrônica e digital que possui 15 pontos de autenticação! Nascida em 2015 com o objetivo de reduzir o uso de papel e economizar tempo e dinheiro, permite a assinatura de documentos de forma rápida e segura, além de trazer funcionalidades únicas, como a integração de dados com o Governo Federal, a autenticação via PIX e uso de Inteligência Artificial aplicada à assinatura eletrônica.
  • Ifood: a maior plataforma de delivery brasileira surgiu em 2011, a partir da dificuldade dos sócios em fazer um pedido de refeição via delivery. Agora é também referência em entregas de mercado e farmácia e movimentou cerca de 97 bilhões de reais em 2022.
  • Banco Inter: criado em 1994, é um dos bancos brasileiros mais inovadores e  focado em tornar o acesso bancário mais democratizado. Com mais de 30 milhões de clientes, revolucionou esse mercado em 2015 ao lançar a primeira conta bancária digital e gratuita do Brasil.

Benefícios do investimento em tecnologia

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre o panorama de inovação no  Brasil, é hora de ver os benefícios que o investimento em tecnologia pode trazer para a sua empresa.

Aceleração e padronização de processos

Ferramentas e metodologias tecnológicas são como braços a mais na realização de tarefas demoradas e algumas vezes sem padrão.

Com a tecnologia você pode definir todos os processos da sua operação, identificar gargalos, criar padrões e tornar a sua operação mais escalável.

Dentre os métodos mais usados para esses fins estão o fluxograma, ciclo PDCA, 5W2H e ferramentas como Miro, que permite a criação de fluxogramas, Monday que facilita a gestão dos projetos e Pipefy, que auxilia no desenvolvimento de fluxos de trabalho.

Melhor uso de recursos

Quando falamos em recursos, os humanos, monetários e de tempo entram nesse universo, já que sem tecnologia de ponta as empresas perdem tempo em atividades repetitivas, dinheiro caso haja erros e também tempo de trabalho dos colaboradores, que poderia estar direcionado ao planejamento de negócios.

O investimento em tecnologia pode auxiliar na automação de processos repetitivos e demorados, na centralização de informações, bem como na captação e análise de dados.

Ferramentas conhecidas por facilitar o uso de recursos da empresa são IBM Turbonomic, para gestão, Flash para gestão de RH e Confluence para projetos.

Redução de custos e desperdício

Dentro da otimização de recursos, também entra a redução do desperdício. A tecnologia pode ser uma grande aliada contra gastos exagerados de recursos naturais e insumos da empresa, como materiais de escritório, recursos naturais, bens comuns e propriedades da organização.

Inclusive, empresas que usam a assinatura eletrônica economizam até 80% a mais, e as que adotam o armazenamento em nuvem evitam usar e pagar espaços físicos para arquivamento.

Maior segurança e prevenção de riscos

Ao fazer investimento em tecnologia você terá mais segurança em diversos pontos, como navegar na internet, assinar contratos, fazer transações bancárias e negociar.

A tecnologia trouxe uma série de camadas de segurança como a criptografia, biometria, antivírus sofisticados, computação em nuvem e outros.

Automação de tarefas

Por que demorar horas ou até dias para realizar tarefas que podem ser concluídas em poucos cliques? A automação de tarefas é um dos maiores benefícios quando falamos do uso de tecnologia dentro das empresas.

Organizar documentos, acompanhar o ciclo de vida de contratos, captar dados, fazer relatórios e encontrar padrões de comportamento é possível com as ferramentas destinadas a isso, como a Inteligência Artificial (IA).

Por falar em IA, essa tecnologia já faz parte da nossa realidade, já que fomos pioneiros no uso de Inteligência Artificial para assinaturas eletrônicas no Brasil. 

D4Sign.AI é a nossa IA, que estudou mais de 30 teras de jurisprudência e leis brasileiras para auxiliar signatários na compreensão de contratos, acelerando o fechamento de negócios. Com ele, os signatários terão acesso a um resumo com os principais pontos do contrato e a um chat caso ainda restem dúvidas.

Gestão integrada

A gestão integrada conecta diferentes áreas da empresa em uma mesma plataforma, trazendo uma visão abrangente dos processos, o que evita ruídos, analisa os dados de forma mais assertiva e centraliza informações.

Esse tipo de gestão pode trazer benefícios para todas empresas que contarem com sua implementação, desde um e-commerce que precisa manter os pedidos em ordem, quanto um escritório de advocacia que necessita ter controle sobre os contratos, petições, dentre outros documentos e assim sucessivamente.

Melhor experiência do cliente

Ao oferecer facilidades aos seus clientes como a assinatura online, recomendações específicas e a comunicação em diversos canais digitais a tendência é que eles fiquem satisfeitos.

Além disso, trabalhos manuais são mais demorados e passíveis de erros, o que pode causar insatisfação ao consumidor, abandono de compras, avaliações baixas e reclamações.

O público está cada dia mais exigente e a sua empresa tem que prestar um serviço de qualidade para se manter como opção para ele.

Maior alcance de mercado

Se você realiza investimento em tecnologia, consequentemente terá acesso à ferramentas de ponta que estudam o mercado, o público, o comportamento da audiência e trazem previsões a partir de dados.

Com tantas informações ricas em mãos, você otimiza as estratégias e as campanhas, bem como dá um passo à frente dos seus concorrentes.

Outro ponto em que sua empresa sairá ganhando é no posicionamento de mercado, onde terá mais autoridade, inovação e domínio das tendências mais inovadoras.

Tomada de decisão baseada em dados

A experiência de um empreendedor nunca deve ser subestimada, mas se basear apenas nela para tomar decisões estratégicas dentro da empresa sabota oportunidades.

Até na tomada de decisões o investimento em tecnologia auxilia, já que ferramentas de Business Intelligence (BI) e Customer Relationship Management (CRM) trazem dados concretos em poucos cliques.

Você consegue selecionar a amostragem desejada e as informações necessárias, trazendo em segundos um panorama completo da situação.

Perceba que o investimento em tecnologia é responsável por resultados promissores em empresas ao redor do mundo, assim como também facilita processos, otimiza a tomada de decisões e economiza recursos em diferentes setores.

Pronto para mudar o futuro da sua empresa? Aproveite e entenda os benefícios de uma plataforma de assinatura eletrônica em sua operação.